Folclore da Região Sudeste Festa da Iemanjá Realizada na Madrugada do primeiro dia do ano , no sul e no sudeste . Entregam-se flores e outras oferendas a Iemanjá (ou janaína) , principal orixá feminino , mãe de xangô , Iansã e Oxóssi ; considerada rainha das águas e sereia do mar. Nossa senhora de Aquiropita A festa de nossa senhora de Aquiropita , trazida pelos imigrantes da Calábria , é feita pela colônia italiana em São Paulo , desde o início do século . Atualmente realizada na rua principal do bairro da Bela Vista , em agosto . Folia carioca No carnaval , o Rio adquireSTATUS de capital nacional . Desde o início da temporada de verão , os cariocas realizam bailes pré-carnavalescos . Muitos participam também , no mesmo período , dos ensaios nas quadras das escolas de samba . Os três fins de semana que antecedem o carnaval são marcados pelos desfiles das bandas de bairros . Participam artistas , intelectuais , profissionais liberais . São Paulo tenta seguir o modelo carioca , na organização das escolas de samba , dos desfiles e na composição dos sambas de enredo . O carnaval da Bahia é o que mais se rivaliza com o Rio . Além dele se destaca o carnaval de rua de Recife e Olinda . Conclusão sobre o folclore Temos dado por entendido , através dessa pesquisa , que o folclore , que se entende por todo solo brasileiro , é algo muito importante na vida de todo ser humano , que vive dessa terra , e honra esse pátria . Como seu nome mesmo diz , o folclore é a sabedoria do povo , um patrimônio cultural transmitidos de pais para filhos . E tudo isso se resume num conjunto de usos , costumes , divertimentos , artesanato , desafios , lendas , provérbios que expressam as maneiras de pensar, sentir e agir do povo . O dia 22 de agosto, foi uma data que o governo institui, para homenagear esse sentimento de preservação cultural, que nos define e caracteriza pelas regiões Brasileiras, que possuem uma enorme riqueza cultural, que é preservada hoje pela campanha de defesa do folclore brasileir, e isso tudo, sem dúvida, só nos leva a agradecer, pois temos certeza que a nossa cultura não tem como morrer. E deixa bem claro que, o folclore, é um elo que une o povo brasileiro no tempo e no espaço através dos séculos.

Em 22 de agosto, o Brasil comemora o Dia do Folclore. A data foi criada em 1965 através de um decreto federal. No Estado de São Paulo, um decreto estadual instituiu agosto como o mês do folclore.

Conheça os mitos:
» Saci-Pererê
» Boitatá
» Curupira (ou Caipora)
» Lobisomem
» Mãe D’água, a Iara
» Mula-sem-cabeça
» Negrinho do Pastoreio

Folclore é o conjunto de todas as tradições, lendas e crenças de um País. O folclore pode ser percebido na alimentação, linguagem, artesanato, religiosidade e vestimentas de uma nação.

Segundo a Carta do Folclore Brasileiro, aprovada pelo I Congresso Brasileiro de Folclore em 1951, “constituem fato folclórico as maneiras de pensar, sentir e agir de um povo, preservadas pela tradição popular, ou pela imitação”.

Para que serve?
O folclore é o modo que um povo tem para compreender o mundo em que vive. Conhecendo o folclore de um País, podemos compreender o seu povo. E assim conhecemos, ao mesmo tempo, parte de sua História. Mas para que um certo costume seja realmente considerado folclore, dizem os estudiosos que é preciso que este seja praticado por um grande número de pessoas e que também tenha origem anônima.

Qual a origem da palavra “folclore”?
A palavra surgiu a partir de dois vocábulos saxônicos antigos. “Folk”, em inglês, significa “povo”. E “lore”, conhecimento. Assim, folk + lore (folklore) quer dizer ”conhecimento popular”. O termo foi criado por William John Thoms (1803-1885), um pesquisador da cultura européia que em 22 de agosto de 1846 publicou um artigo intitulado “Folk-lore”. No Brasil, após a reforma ortográfica de 1934, que eliminou a letra k, a palavra perdeu também o hífen e tornou-se “folclore”.

Qual a origem do folclore brasileiro?
O folclore brasileiro, um dos mais ricos do mundo, formou-se ao longo dos anos principalmente por índios, brancos e negros. Saiba mais:

Região Sul
Danças: congada, cateretê, baião, chula, chimarrita, jardineira, marujada.
Festa tradicionais: Nossa Senhora dos Navegadores, em Porto Alegre; da Uva, em Caxias do Sul; da Cerveja, em Blumenau; festas juninas; rodeios.
Lendas: Negrinho do Pastoreio, do Sepé Tiarajú do Boitatá, do Boiguaçú, do Curupira, do Saci-Pererê.
Pratos: churrasco, arroz-de-carreteiro, feijoada, fervido.
Bebidas: chimarrão, feito com erva-mate, tomado em cuia e bomba apropriada.

Região Sudeste
Danças: fandango, folia de reis, catira e batuque.
Lendas: Lobisomem, Mula-sem-cabeça, Iara, Lagoa Santa.
Pratos: tutu de feijão, feijoada, ligüiça, carne de porco. Artesanato: trabalhos em pedra-sabão, colchas, bordados, e trabalhos em cerâmica.

Região Centro-Oeste
Danças: tapiocas, congada, reisado, folia de reis, cururu e tambor .
Festas tradicionais: carvalhada, tourada, festas juninas.
Lendas: pé-de-garrafa, Lobisomem, Saci-Pererê, Ramãozinho.
Pratos: arroz de carreteiro, mandioca, peixes.

Região Nordeste
Danças: frevo, bumba-meu-boi, maracatu, baião, capoeira, caboclinhos, bambolê, congada, carvalhada e cirandas.
Festas:: Senhor do Bonfim, Nossa. Senhora da Conceição, Iemanjá, na Bahia; Missa do Vaqueiro, Paixão de Cristo, em Pernambuco; romarias – destaca-se a de Juazeiro do Norte, no Ceará.

Região Norte
Danças: marujada, carimbó, boi-bumbá, ciranda.
Festas: Círio de Nazaré (Belém), indígenas.
Artesanato: cerâmica marajoara, máscaras indígenas, artigos feitos em palha.
Lenda: Sumaré, Iara, Curupira, da Vitória-régia, Mandioca, Uirapuru. Pratos: caldeirada de tucunaré, tacacá, tapioca, pato no tucupi.
 

Lendas de cada estado

MINAS GERAIS
Mulher de Duas Cores – É uma assombração que aparece de dia, na luz do sol, nas estradas de Minas Gerais, fronteira com São Paulo, ou dentro das pequenas matas. Veste roupa de duas cores, branco-preto, azul-encarnado, azul-amarelo, …., e não fala, não canta, não resmunga. Limita-se a atravessar caminho, com passo surdo e leve, pisando sem usar o calcanhar, silenciosa, sem olhar para os lados nem para ninguém.

Onça Borges – Onça fantástica de uma zona mineira do rio São Francisco, alargando a área de presença até a região das fazendas de criar.
Conta-se ter sido uma transformação do misterioso vaqueiro Ventura, não mais voltando a forma anterior pela covardia do companheiro, que não teve coragem de colocar na boca da onça um molho de folhas verdes, indispensável para o retorno ao humano.
A onça Borges se tornou a mais violenta e afoita das onças e deu trabalho heróico para matá-la. Reaparece, às vezes, continuando as estrepolias contra o gado miúdo e graúdo.

Onça Cabocla – Monstro encantado, que se metamorfoseia em gente, ou melhor, em velha tapuia. Alimenta-se de pessoas, tendo preferência pelo fígado e pelo sangue das vítimas; folclore norte-mineiro do vale do São Francisco.

SÃO PAULO
Onça-Maneta – É um animal fabuloso, caracterizado pelo rastro. Onça que perdeu uma das patas dianteiras. É de espantosa ferocidade, força incrível e mais ágil, mais afoita, mais esfomeada que outra qualquer de sua espécie. Aparece inopinadamente, atacando sempre rebanhos, caçadores, viajantes, num arranco desesperado e brutal, como se não comesse há muitos meses. Naturalmente a origem foi uma onça, que, ferida numa pata ou tendo-a decepada em luta, conseguiu fugir aos caçadores e da matilha de cães e, por algum tempo, ferida e doida de raiva, guerreara fazenda e roceiros, numa despedida heróica.

Cavalo de Três Pés – Animal assombroso que apavora as estradas desertas. É um cavalo sem cabeça, com asas e três pés, que aparece à noite nas encruzilhadas, correndo, dando coices e voando. (Bauru, São Paulo). Ataca os viajantes pelas estradas; e aquele que pisar em seu rastro será imensamente infeliz (Capital, São Paulo). É uma das transformações do Saci, em forma de cavalo de três pés, que corre pelas estradas assustando todos os que encontra (Ribeirão Preto, São Paulo).”

RIO DE JANEIRO
Cavalo Fantasma – Ninguém o vê, mas o sente pelas passadas firmes. Uma luz clara, que dele emana, desenha na rua o seu vulto… As pisadas tornam-se mais fortes, assim como também a luz, à proporção que o cavalo se aproxima do observador (ou vidente). Diminui o clarão e o ruído dos passos, à medida que dele se afasta do animal. Passeia em certas ruas de Angra dos Reis, sempre a horas caladas de certas noites.

Ipupiara – é um homem-marino, homem-peixe ou homem-sapo, inimigo dos pescadores e lavadeiras. Criatura de boa estatura, mas era muito repulsiva. Matava as pessoas abraçando-as, beijando-as e apertando-as até o sufocamento. Tais monstros, também devoravam os olhos humanos, narizes, ponta dos dedos dos pés e das mãos e as genitálias.Existiam também na forma feminina, possuindo cabelos longos e eram muito formosas (Iara). O Ipupiara era um ser “bestial, faminto, repugnante, de ferocidade primitiva e brutal”.

Esfinge Carioca – Uma lenda indígena diz que o gigante da Pedra da Guanabara foi um índio que assassinou uma jovem índia. Como castigo, Nhanderú o transformou em pedra e o obrigou a vigiar a Baía. Alguns pescadores afirmam que, às vezes, levanta-se e vai passear. Para tal empreendimento, chama as nuvens e cobre os morros para ninguém notar a sua ausência.

ESPÍRITO SANTO
O frade e a Freira – formação granítica gigantesca natural no distrito do Rio Novo do Sul, que originou a linda lenda do Frade e a Freira. Eis que certo dia, um Frade e uma Freira, na santidade de seus olhares, apaixonaram-se. Sendo ele servo e ela esposa de Cristo, não lhes era permitido outro amor. Amando e padecendo, sufocavam na noite sombria de corações, todo o desejo fremente da sonora paixão. E assim, orando, chorando, penando, furtivamente encontravam-se para um olhar mais terno e para guardarem na lembrança uma recordação deliciosamente cruel.

e ae prof livia tudo blz?

e essa é a famosa mula sem cabeça! brinks a real ta ai embaixo

e essa é a famosa mula sem cabeça! brinks a real ta ai embaixo

esse sim e a real

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